Este assunto é um
tanto quanto controverso, e após consultar inúmeros autores renomados,
notamos que existe uma divergência quanto à abordagem desta questão.
A resposta acima é simples de ser respondida, mas o que envolve o contexto geral é mais complicado do que parece. Treinar em jejum realmente ajuda na perda de peso de um modo geral, mas alguns cuidados devem ser tomados.
Nesta matéria vamos
dar uma visão geral sobre este assunto, e esclarecer pontos cruciais
para o entendimento de como traçar a melhor estratégia para seu treinamento.
Para começar a falar de treinamento em jejum uma pergunta deve ser respondida.
Como meu corpo supre a demanda de energia se estou em jejum?
Como preservamos a massa magra e utilizamos gordura como fonte de energia?
Ao longo dos anos
inúmeros estudos sobre o funcionamento do corpo humano em exercício tem
relatado como essa interação dos substratos energéticos supre a demanda
energética nas diferentes intensidades impostas ao indivíduo. Sabemos
que exercícios de alta intensidade provocam adaptações incríveis ao
corpo e também ocasionam a depleção do tecido protéico, em condições de jejum a
proteólise se torna ainda maior. O jejum noturno com duração de 11
horas aumenta a degradação de triacilglicerol intramuscular entre 50 e
75% do Vo2max em ciclo ergômetro durante o exercício (MARQUEZI; COSTA,
2008).
Para aumentar a degradação de gordura
e preservar o glicogênio e tecido muscular, exercícios de baixa
intensidade e maior duração tem mostrado melhores resultados para esta
questão.
O mais importante é
estar sempre orientado e bem informado, bem orientado pode ser uma boa
estratégia a favor do emagrecimento. Mas treinar sem orientação e da
maneira incorreta pode acarretar grande dano ao corpo.
Fonte do artigo:
http://www.educacaofisica.com.br/index.php/blogs-ef/entry/treinamento-em-jejum
